NEURODIVERSIDADE NO CAMPO EDUCATIVO
UMA PAUTA URGENTE
DOI:
https://doi.org/10.5281/Palavras-chave:
Educação inclusiva. Neurodiversidade. Políticas públicas. Práticas pedagógicas. Inclusão.Resumo
Este artigo analisa a neurodiversidade no campo educativo como uma pauta urgente, considerando suas implicações epistemológicas, políticas e pedagógicas. O objetivo consiste em discutir os fundamentos teóricos da neurodiversidade, examinar o arcabouço normativo da educação inclusiva no Brasil e problematizar os desafios de sua implementação no cotidiano escolar. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa de natureza bibliográfica, baseada em artigos científicos recentes, documentos legais e produções teóricas clássicas e contemporâneas. Os resultados indicam que a neurodiversidade, concebida como a variação natural dos modos de funcionamento neurológico (Singer, 1998), tensiona o modelo médico tradicional e exige a reconfiguração das práticas pedagógicas. Apesar dos avanços legais, como a Constituição Federal de 1988, a LDB de 1996 e a Lei Brasileira de Inclusão de 2015, persistem desafios relacionados à formação docente, à infraestrutura e à cultura escolar. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende de mudanças estruturais, investimento em formação continuada e valorização das vozes neurodivergentes no processo educativo.
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Copyright (c) 2026 DOUGLAS MANOEL ANTONIO DE ABREU PESTANA DOS SANTOS

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